Fui criada na religião Católica na qual aprendi muitas coisas positivas de amor ao próximo, porém com a maioridade busquei outros caminhos pois sentia que eu precisava desenvolver algo que ainda não tinha um nome e que os medos do pecado que Igreja me colocou não permitiu...
Encontrei a Umbanda indicada por uma amiga de minha confiança, na intenção de ajudar uma pessoa muito querida que estava sofrendo...
Como a história é longa vou encurtá-la. Faço parte do Terreiro de Umbanda Pai Maneco à 5 anos, sendo que 1 ano fiquei somente observando e aprendendo.
E uma Linha que eu desconhecia era a dos Exús, e num primeiro momento ficamos apreensivos pois não conhecemos muito bem, e o folclore entorno desta figura é controverso.
Mas convivendo com eles aprendi muito sobre amar, perdoar, trabalhar, agradecer...
"Exu não é das Trevas, mas ele vai até as Trevas se for necessário!"
"Acho estranho que muita gente prefira acreditar que Exu é o diabo, do que crer na simplicidade de uma entidade boa e comum. Talvez seja a estranha força da imagem em gesso do Exu."
Ainda com olhar para o chôro brasileiro e com o aperto da despedida de Altamiro Carrilho, tive o prazer de assistir pelo Canal Brasil o Documentário "Brasileirinho" que faz um passeio pelo Chôro e a música brasileira.
O que o diretor finlandês Mika Kaurismäki fez pelo samba em seu "Moro no Brasil" (2002), ele agora faz pelo choro em "Brasileirinho", no qual ele combina suas três grandes paixões: cinema, música e o Brasil.
Kaurismäki dosa bem os depoimentos e apresentações gravadas num show feito no Dia do Choro, 23 de abril em Niterói - RJ, quando também se comemora o nascimento do compositor Pixinguinha (1897-1973).
O documentário tem como fio condutor uma apresentação do Trio Madeira Brasil, composto por Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo Souza, além de vários músicos de envergadura como o violonista Yamandú Costa - Violão de Sete Cordas.
O longa acompanha a preparação e ensaios dos artistas e vai contando a história da evolução do choro ao longo de quase 150 anos.
Esse estilo de música exerce uma grande fascinação não só sobre estrangeiros, como Mika Kaurismäki, radicado no Rio de Janeiro há vários anos, mas também entre brasileiros. Zé Paulo Becker antes de mergulhar fundo no mundo do Choro, construiu uma sólida reputação como violonista, dominando o repertório clássico e ganhando prêmios significativos em concursos de violão.
O filme é de 2005 mas só veio para o Brasil e 2007, e acredito que o grande público ainda não teve a sorte de assisti-lo. A sensação é do coração transbordando de felicidade, aproveitem!
O músico, compositor e flautista Altamiro Carrilho silencia seu chôro aos 87 anos
Um dos maiores instrumentistas da música popular brasileira, Altamiro Carrilho morreu na manhã desta quarta-feira (15/08/12), no Rio, aos 87 anos, vítima de um câncer.
Carrilho, um dos mestres da música brasileira, fez carreira nacional
em programas de rádio e de auditório e ganhou projeção internacional, produzindo
mais de 100 discos e 200 canções. Também se apresentou em mais de 40
países.
"Ele ajudou a difundir a bossa nova e era um gênio, um virtuoso; Ele tocava vários instrumentos, era muito dedicado e estudava mais de duas horas por dia",
disse o ex-parceiro e músico instrumentista Rubens Antônio da Silva, conhecido
como Caçulinha.
Exitem músicas que ficam marcadas na nossa memória, principalmente aquelas que ouvimos desde criança. Tenho a felicidade de meus pais terem um ótimo gosto musical e me ensinarem desde de tenra idade a ouvir as "pérolas" da música brasileira.
E uma delas é "Só vendo que beleza" de Henricão e Rubens Campos que Carmen Costa, Elis Regina, Maria Bethânia, Omara Portuondo já nos encantaram com lindas interpretações. Esta música é mais conhecida como "Marambaia", o curioso é que a dupla de compositores fizeram uma música chamada "Casinha da Marambaia" que não é tão conhecida o que acaba dando confusão! Vamos desfazer o rolo:
Eu tenho uma casinha lá na Marambaia fica na beira da praia só vendo que beleza tem uma trepadeira que na primavera fica toda florescida de brincos de princesa quando chega o verão eu sento na varanda pego o meu violão e começo a cantar e o meu moreno fica sempre bem disposto senta ao meu lado e começa a cantar Quando chega a tarde um bando de andorinhas voa em revoada fazendo verão e lá na mata o sabiá gorjeia linda melodia pra alegrar meu coração às seis horas o sino da capela toca as badaladas da Ave-Maria a lua nasce por detrás da serra anunciando que acabou o dia
Nossa casinha lá da Marambaia A mais bonita da praia se desmoronou A trepadeira brinco-de-princesa Ficou triste, amarela e depois secou Minha varanda vive no abandono É um destroço sem dono Numa solidão Até você que parecia ser sincero Sem motivo abandonou meu coração
O sabiá também mudou seu ninho Eu já não ouço a sua canção As andorinhas foram em revoada Quebraram-se as cordas do meu violão E há quem diga que isso é desumano E eu não mereço tanta ingratidão Quero que volte como antigamente Para dar sossego ao meu coração
Espero que tenham gostado aguardo sugestões de músicas que marcam nossas vidas!
Abraço fraterno!
Célia Ribeiro
Sabe aquele remédio que sobrou, o médico mandou tomar 12 comprimidos e vc comprou uma cartela com 16, pode ser doado! O Hospital Evangélico de Curitiba aceita!
Saiba um pouco mais...
O Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, foi inaugurado em 1959 e sua mantenedora é a Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba. Atua em parceria com diversos órgãos públicos, como as Unidades de Saúde de Curitiba. Tem mais de 600 leitos e atende mais de um milhão de pessoas por ano. Entre as especialidades ofertadas, estão o atendimento a queimados, neurocirurgia, gestação de alto risco, cardiologia, nutrição enteral adulto e pediátrica, transplantes de rim, córnea e coração.
Alguns diferenciais. Banco de leite: Coleta e armazena leite materno Voluntariado: Atua no atendimento aos pacientes, auxilia na higiene pessoal, alimentação, atividades recreativas e ajuda emocional.
Projetos: Escolarização, doação de medicamentos, arte, reciclagem etc.
Ah! você não é de Curitiba?
Procure na sua cidade quem pode recolher, além de não correr o risco de alguma criança tomar o remédio por engano, ajuda alguém que não pode comprar!